quinta-feira, 8 de julho de 2010

Cores

A sua cor preferida é fria ou quente? Não sabe?
Então pense em coisas que tenham sua cor favorita. Agora responda: essas coisas são frias ou são quentes? Assim fica fácil descobrir... Veja só: uma brasa quando está queimando é bem vermelha. Conforme vai perdendo o calor, fica laranja, depois amarela, até apagar. Então: Vermelho, laranja e amarelo são cores quentes.

Agora imagine que você está nadando nas águas azuis de uma cachoeira no meio do verde da floresta. Se não fizer sol, você vai tremer de frio. Então: Azul e verde são cores frias.

Conhecendo essa diferença, os pintores conseguem transmitir sensações de calor e de frio aos seus quadros. Um dia de verão, com muito sol, tem sempre bastante tinta laranja e amarela. Já uma cidade no inverno ganha mais tons de azul e de verde.

Quantas cores existem? Já parou para contar? Impossível dizer... tem tantas diferentes por aí que a gente nem sabe o nome de todas. O mais curioso é que todas as cores do mundo são feitas com a mistura de apenas três: vermelho, amarelo e azul – as chamadas cores primárias. Não acredita? Então, experimente misturar: Vermelho com amarelo dá... laranja. Azul com vermelho dá... roxo. Amarelo com azul dá... verde.

Misturando as três cores primárias a gente descobre mais três, as cores secundárias. E se a gente continuar combinando umas com as outras vai encontrar cada vez mais cores diferentes.

* Cores primárias: vermelho amarelo e azul: São as cores mais puras que existem. Com a mistura delas, a gente pode criar qualquer cor. Toda pintura que você faz, sempre tem alguma das cores primárias (nem que sejam misturadas).
* Cores secundárias: verde, roxo e laranja. São formadas pela mistura de duas cores primárias. O verde vem da mistura de azul com amarelo. O roxo, de vermelho com azul. E o laranja, de amarelo com vermelho.

domingo, 20 de dezembro de 2009

Desenho de observação a partir de foto

Em um dia chuvoso, os alunos escolheram fotografias para fazer desenhos de observação a partir delas. Os resultados foram alcançados e usadas as técnicas de observação da luz e sombras, proporção e espaço, aprendidas até agora.


Thyla - 13 anos



Williams - 13 anos


João Pedro - 18 anos


Felipe Melo - 15 anos


Caio - 17 anos


Sonayra - 15 anos

Rômulo - 15 anos



PS: Galera, falta confirmar a idade de vcs!

PS2: Há outros trabalhos de outros alunos mas não tenho a foto pra postar aqui, quem tiver, pode me mandar!

como desenhar perspectiva



Créditos: www.visualarteonline.com.br

sábado, 12 de dezembro de 2009

Perspectiva com 3 pontos de fuga

Podem ser utilizados um infinito número de pontos de fuga em qualquer cena. O número de pontos de fuga, dependerá do número de planos que possua a figura. Este tipo especifico de perspectiva com três pontos de fuga, surge quando o observador esta localizado muito acima ou abaixo da linha do horizonte e por tanto os planos horizontais também sofrem deformação.



Exemplo de um desenho com 3 pontos de fuga:



Fonte: http://www.amopintar.com/perspectiva-com-tres-pontos-de-fuga

Perspectiva com 2 pontos de fuga



No caso duma perspectiva realizada com dois pontos de fuga, cada cara da figura (neste caso o quadrado) se estendem com linhas imaginárias que se unem em dois pontos de fuga localizados a ambos lados do objecto e sobre a linha do Horizonte. Bem seja que o observador esteja acima da linha do horizonte ou abaixo da mesma.

Fonte: http://www.amopintar.com/perspectiva-com-dois-pontos-de-fuga

Perspectiva simples ou com um ponto de fuga



Numa perspectiva simples ou de um ponto de fuga, todas as linhas de um objeto ou desenho apontam a um ponto colocado na linha do horizonte. Neste caso o observador está situado por cima da linha do horizonte.


Na Figura 2, a linha do horizonte esta a altura do olho do observador.



Na Figura 3, o observador esta situado abaixo da linha do horizonte.
Quando alteramos a altura da linha do horizonte, o ponto de observação e o ângulo de observação, obtemos efeitos interessantes nos desenhos.

Se você nunca tinha reparado, a perspectiva simples está a nossa frente quase em todo momento. Um exemplo disso é a fotografia que se mostra a seguir. Uma estrada onde se reflete claramente a perspectiva com um ponto de fuga.




Fonte: http://www.amopintar.com/perspectiva-com-um-ponto-de-fuga

Perspectiva



Definição de perspectiva:No desenho artístico a perspectiva pode ser definida como um recurso gráfico que utiliza o efeito visual de linhas convergentes para criar a ilusão de tridimensionalidade do espaço e das formas quando estas são representadas sobre uma superfície plana como a do papel de desenho.

O efeito visual das linhas convergentes:
Para compreender como ocorre a influência das linhas convergentes na representação gráfica em perspectiva, observe o exemplo ilustrativo do cubo a esquerda. A aplicação das linhas pontilhadas 1, 2 e 3 convergentes para o ponto P constroem as arestas de suas faces A e B causando afunilamento a medida que se distanciam do primeiro plano, gerando um efeito visual de volume. Reproduzindo com isso as características que são próprias da perspectiva.

Fonte: http://www.sobrearte.com.br/index.php

domingo, 6 de dezembro de 2009

Exercícios com sombras 2

Pedimos que os alunos escolhessem um lugar da escola para observar as sombras ao redor.


Thyla Paes - 13 anos - 6º ano

sábado, 5 de dezembro de 2009

Exercícios com sombras

Foram dispostos objetos com formas simples e um foco luminoso em uma das faces para provocar uma sombra projetada e para que os alunos pudessem perceber a sombra própria do objeto.



Sombra própria e sombra projetada



Esta figura mostra um bom exemplo de sombras próprias de um objeto. O cone recebe diretamente os raios luminosos e no seu lado esquerdo é a parte mais iluminada. A parte direita já não recebe tanta luz, fica na penumbra com um tom cinza intermediário. A parte posterior não recebe luz, é a parte escura. A estes três graus de intensidade apresentados no cone chamamos de valores.
Valor claro - parte banhada de luz.
Valor médio - parte na penumbra.
Valor escuro - parte na sombra.

Exercícios - Natureza morta

Foram dispostas frutas e legumes sobre a mesa para que os alunos observassem e pudessem reproduzir somente a forma linear dos objetos. Era necessário compor na folha de acordo com a percepção do espaço e melhor posicionamento dos objetos. Aqueles que já possuiam alguma habilidade ou conhecimento anterior fizeram meio-tom ou sombras no desenho.




Natureza-morta

Este tema se desenvolveu entre os séculos XVI e XVII e ocupou um lugar muito importante na pintura. A natureza-morta é uma representação de objetos inanimados das mais variadas espécies: frutas, flores, jarros, copos, instrumentos musicais etc.

Caravaggio
Natureza-morta
óleo sobre tela

O espaço

Nossa relação com o espaço e a nossa maneira de percebê-lo estão condicionadas à nossa postura habitual. Em pé, correndo ou sentados, a nossa base está sobre a linha da terra (LT), e a linha do horizonte (LH) passa pelos olhos.


O papel do desenho é o campo onde se devem organizar linhas, cores, formas, figuras. No papel traçamos a horizontal e a vertical; onde estas se cruzam está o centro; acima está o plano superior; embaixo o inferior, direita e esquerda.


Pintura:
Geovanni Fattori - La libecciata (1880-1885)
óleo sobre tela.
Nesta pintura, podemos observar que o artista traça a linha da terra e a linha do horizonte coincide com o mar. Ele usa todo o espaço pictórico para compor a paisagem e usa a lateral esquerda para a árvore causando assim o equilíbrio na imagem.

Crystal - desenho de um cilindro



Aluna: Crystal - 12 anos - 6º ano

Formas simples

Estas quatro formas simples são as básicas encontradas na natureza e podem ser usadas para simplificar a percepção de qualquer figura, árvore ou flor.

Retângulos podem ser usados para criar a forma básica de qualquer objeto de lados regulares (cx de fósforo, casa, etc)



Cones são encontrados em muitas formas orgânicas; observe as flores.



Cilindros descrevem a estrutura de um caule de flor, tronco de árvore, perna ou braço.



Esferas são vistas em maçãs, tomates,repolhos, rodas e guarda-chuvas.

Exercícios - desenho linear

Foram feitos exercícios com desenho linear, apenas o contorno dos objetos, sem uso de sombras. Para isso foram dispostos objetos de diferentes formas simples para que os alunos observassem o uso do espaço na folha de papel.




sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

3ª aula - continuação - A linha

No sistema codificado da visão, os perfis e contornos dos objetos são esquematizados como formas lineares. Quem desenha traça linhas e com elas exprime uma forma, define um objeto sobre a folha de papel ou outra superfície.

Provavelmente o primeiro desenhista, o primitivo artista das cavernas, memorizou a silhueta dos animais do seu habitat vendo ose seus corpos recortados contra a luz das fogueiras ou então observando suas sombras.

O desenho linear, ou de traço, é o meio mais simples de representar as coisas, de agrupar objetos em uma composição. O traço linear pode ser uniforme, acentuado, técnico; pode ser apenas um contorno ou indicar alguma característica do objeto representado.

Uma simples linha tem uma linguagem própria, comunica uma sensação. Klee e Kandinsky, pintores e teóricos do século XX, estudaram o valor expressivo da linha e aplicaram esses estudos nas suas pinturas.

3ª aula - O passeio pela linha - Paul Klee


O pintor Paul Klee dizia que as formas surgiam quase por si mesmas, como se ele permitisse à caneta tomar a iniciativa do desenho, levando a linha para um passeio.

"A linha libertou-se do contorno das coisas e, feliz, pode sonhar novas possibilidades." (Paul Klee)

Exercício: Começar de qualquer ponto do papel o traçado de uma única linha fazendo-a passear livremente sobre o papel e formando um desenho de sua preferência.

O desenho

O desenho é talvez a forma de expressão artística mais conhecida entre o grande público. Seja nas tiras de jornais, nos animes japoneses ou nos estudos de Da Vinci, o desenho é e sempre será uma das formas mais apreciadas de arte.
A leitura que se faz de uma imagem dependerá, sobretudo da cultura e conjunto de experiências sociais do observador podendo ser interpretada e sentida de formas diferentes por pessoas diferentes, cada qual com seu jeito de interpretar o que vê.
Da mesma forma ocorre com o artista. Ao criar o desenho ele pode expressar aquilo que sente, o que crê, o que almeja ou o que vive. É por isso, que vemos uma grande variação na forma e conteúdo dos desenhos ao longo da história e é por isso que um mesmo desenho pode despertar em pessoas diferentes sentimentos e até mesmo contrários.
As modalidades de desenho são: desenho técnico é aquele usado para projeção de peças e máquinas; desenho artístico é o nome dado aos desenhos que fazem representações bastante realistas de pessoas, paisagens e objetos; quadrinhos, conjunto de desenhos que apresentam uma história real ou não através de imagens seqüenciais; ilustração, desenho usado para “dizer” através de imagens o que está escrito em um texto; grafite, desenho feito em fachadas e muros; animações ou desenhos animados, são desenhos projetados em seqüência de forma a provocar a ilusão de movimento das figuras representadas (tipo um filme); caricatura, desenho cômico feito baseado em alguma pessoa e que se parece com ela, geralmente a caricatura retrata apenas o rosto, se retratar também o corpo, ou seja, um quadro geral, chama-se cartoon ou charge dependendo da situação; é um desenho que apresenta um quadro geral e trabalha com temas universais (por exemplo, a piada da sogra); charge, desenho que pode apresentar um quadro geral, mas tem como tema um assunto específico e, na maioria das vezes, sobre algo real.
Atualmente, o desenho encontra formas de expressão e recursos muito mais variados. O desenho possui a capacidade de disseminar cultura entre todas as classes sociais. É por isso que é tão difícil encontrar alguém que não goste de desenho.

História do Lápis

HISTÓRIA DO LÁPIS

70 d.C.
Plínio, o Velho, menciona pequenos discos de chumbo, observando que não eram usados para escrever ou desenhar, mas apenas direcionar o traçado das linhas.

1565
Na Grã-Bretanha é localizado o primeiro registro do uso do grafite nas minas dos EcoLápis, totalmente desprovidos de refinamento, feitos como um sanduíche de dois pedaços de madeira com o grafite no meio.

1644
Primeiro registro do uso do EcoLápis na Alemanha, por um oficial da artilharia.

1659
A profissão de fabricante de EcoLápis é citada em documento oficial pela primeira vez, num contrato de casamento na cidade de Nuremberg.

1761
Em Stein, cidade próxima a Nuremberg, na Alemanha, Kaspar Faber inicia seu negócio de EcoLápis.

Site: http://www.faber-castell.com.br